No entanto, o estudo não encontrou nenhuma ligação com o efeito do ultrassom no segundo e terceiro trimestres. (Fonte: Pixabay) A exposição ao ultrassom diagnóstico no primeiro trimestre da gravidez está associada ao aumento da gravidade do autismo, dizem os pesquisadores.
A maior ligação é entre o feto com certas variações genéticas que podem levar ao autismo, disse o estudo.
Para crianças com autismo que têm problemas genéticos conhecidos, o ultrassom pode ser um estressor ambiental que as leva a ter os piores resultados. Sara Webb, da Universidade de Washington, foi citada como tendo dito ao komonews.com.
Pesquisas anteriores mostraram que a exposição ao ultrassom no útero fez com que os ratos exibissem sintomas semelhantes aos do autismo.
No entanto, o novo estudo analisou a variabilidade dos sintomas entre crianças com autismo, não o que causa o autismo, afirmaram os pesquisadores.
No momento, não há evidências que sugiram que o ultrassom em si seja um risco para o autismo. Mas, isso sugere que há gravidezes, onde os fetos são vulneráveis, disse Webb.
A ultrassonografia diagnóstica só deve ser usada por necessidade médica, de acordo com as recomendações da US Food and Drug Administration (FDA).
Acredito que as implicações de nossos resultados são para reforçar as diretrizes do FDA, disse Pierre Mourad, professor da Universidade de Washington.
No entanto, o estudo não encontrou nenhuma ligação com o efeito do ultrassom no segundo e terceiro trimestres, disse ele.
Para o estudo, publicado na Autism Research, a equipe usou dados de 2.644 famílias entre 12 locais de pesquisa nos Estados Unidos.